Coaching – Um apoio efetivo no desenvolvimento da carreira

Muitas dúvidas pairam na cabeça dos jovens em início de carreira. Qual caminho seguir? Como crescer e ter sucesso na profissão?  Ou ainda, como conciliá-la com os objetivos pessoais e ter sucesso? Tudo isso, não é para menos. Essas dúvidas fazem parte de um importante processo decisório, uma vez que à escolha da profissão é o primeiro passo na construção de seu futuro profissional.

O Coaching de Carreira é um excelente apoio para aqueles que desejam passar por esta fase sem sofrimentos, e definir, com assertividade, qual profissão está de acordo com as aptidões, habilidades e desejos de vida. Pode ser aplicado ainda como auxílio em processos de transição ou aposentadoria.

Mas, o que é Coaching?

Coaching é um processo de aceleração de resultados que utiliza técnicas, ferramentas e recursos de diversas ciências, que estudam o comportamento humano e objetivam seu desenvolvimento. Entre elas destacamos – a Psicologia Positiva/Comportamental, Sociologia, Administração de Empresas, Gestão de Pessoas, Neurociências e a Programação Neurolinguística.

O Poder do Coaching de Carreira

O Coaching de Carreira, segundo pesquisa realizada pela consultoria Robert Half traz impactos positivos para 88% dos profissionais brasileiros. Através de planos de ação consistentes, construídos a partir das necessidades e das metas estipuladas pelo coachee (cliente), o coach (profissional que conduz o processo) apóia na visualização dos objetivos, e na motivação para realizar as ações que levarão aos resultados desejados para a carreira do profissional.

O processo de Coaching auxilia tanto na decisão sobre qual carreira seguir, como também otimiza o desenvolvimento do profissional que está iniciando no mercado de trabalho, e também por isso, precisa desenvolver competências específicas. Deste modo é  possível visualizar e trabalhar seus pontos fortes, os pontos de melhoria e maximizar os resultados.

O Coaching possibilita ainda que o cliente elimine seus comportamentos sabotadores, quebre barreiras e crenças limitantes, aumente a autoconfiança, a autoestima,  possa conhecer melhor a si mesmo, decidir claramente seus objetivos, explorar assertivamente seu potencial,  e agir  em prol dos resultados extraordinários que ambiciona tanto em sua carreira, como pessoalmente.

Fonte: BLOG CARREIRAS

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Recolocação na maturidade

Atualização e disposição para aprender novas técnicas e modelos de trabalho são decisivas para quem busca espaço no mercado após os 40

É fato que profissionais com mais de 40 anos de idade ainda encontram dificuldades em conseguir uma recolocação no mercado, mas essa situação já não provoca tanto temor quanto há alguns anos. Depois dos resultados desanimadores dos processos de reengenharia empresarial da década de 1990 – quando a ordem era o rejuvenescimento dos quadros de funcionários e as organizações, ao demitir os colaboradores mais antigos, acabaram perdendo um pouco de sua essência –, as corporações voltaram a dar valor aos que carregam experiência no currículo.

Especialistas garantem que o cenário atual apresenta o equilíbrio entre as gerações. Na avaliação de Rafael Souto, diretor executivo da Produtive – Outplacement e Planejamento de Carreira, as empresas perceberam que os mais jovens precisavam da orientação dos mais velhos, assim como os funcionários maduros encontram na chamada geração Y o auxílio para se manter atualizados.

– As empresas vêm percebendo que a nova leva de profissionais tem uma inquietude muito grande e precisa de referências para compreender melhor os processos da organização – explica Souto.

Profissionais mais velhos são priorizados na gestão

Não basta, entretanto, apostar apenas no tempo de prática. Um dos obstáculos para quem já passou dos 40 anos está no nível de crescimento atingido ao longo da carreira. A administradora de empresas e coach ontológica Káritas de Toledo Ribas enfatiza que as oportunidades são maiores para profissionais com uma trajetória de crescimento em sua área de atuação:

– Para os cargos de gestão, a organização pode até optar por alguém jovem e com salário baixo, mas precisará investir mais dinheiro para qualificá-lo do que ao contratar alguém que já tenha tido a oportunidade de gerir uma equipe.

A dificuldade para voltar ao mercado de trabalho, segundo Matilde Berna, diretora de Transição de Carreira da Right Management, não se limita à idade. Para a especialista, o problema envolve questões como formação, qualificação e atualização. Além disso, alerta, quanto mais velho o profissional, menos disposto a novos aprendizados tende a ficar.

– Um dos obstáculos deste profissional pode estar na falta de modernização. Ele precisa estar sempre atento aos novos modelos, às novas formas de comunicação, de relacionamento. A própria função que ele executa sofre mudanças com o decorrer do tempo. Tudo isso conta em uma seleção de emprego – diz Matilde.

zerohora.com
Veja vídeo com depoimentos e dicas de especialista para facilitar a recolocação de profissionais com mais de 40 anos em zerohora.com/empregos

MARIA AMÉLIA VARGAS

Fonte: ZeroHora.com

Patrão ou empregado: qual é a sua?

Abrir um negócio próprio pode parecer um sonho, mas nem todo mundo tem vocação para isso.  

Leticia Bragaglia e Hugo Passarelli, do Economia & Negócios  

SÃO PAULO – A maior parte das pessoas já pensou, pelo menos por um momento, em largar o emprego e abrir um negócio próprio (veja vídeo). Os especialistas, no entanto, recomendam cautela na tomada deste tipo de decisão. “Pendurar o crachá da empresa parece tentador, mas nem todos estão preparados para encarar esse desafio. O que parece um sonho pode se tornar um pesadelo se a pessoa não tiver o perfil de empreendedor,” diz Sulivan França, presidente da Sociedade Latino Americana de Coaching.

Na opinião dos especialistas ouvidos pelo site ‘Economia & Negócios”, o verdadeiro empreendedor já nasce com essa marca e é facilmente reconhecido. “Está impresso no DNA,” diz o ex-presidente da Ernst & Young, Júlio Sérgio Cardozo (veja vídeo). “A pessoa que não tem essa vocação pode até abrir um negócio e ganhar dinheiro, mas isso não a deixará, necessariamente, mais feliz.”

Com mais de 30 anos de experiência no mundo corporativo, Cardozo diz que percebe rapidamente quando está diante de alguém com vocação para tocar um negócio próprio. “São pessoas obstinadas por resultados, que gostam de desafios, têm iniciativa e buscam sempre o sucesso. Geralmente elas usam o fracasso como aprendizado, uma espécie de mola propulsora para se aperfeiçoar.” O executivo, que hoje atua como coach de carreiras, brinca que nunca viu um empreendedor pessimista. “Onde os outros veem barreiras eles veem oportunidades. O empreendedor não tem dúvidas, tem certezas, e trabalha o quanto for preciso para que tudo dê certo.”

Tamanho comprometimento com a vida profissional, que parece natural para os empreendedores, pode ser extremamente desgastante para quem tem outro perfil. O gerente de atendimento da Catho, Lucio Tezoto explica: “Ser empresário tem um certo glamour, mas nem todos estão dispostos a pagar um preço alto por isso. É preciso deixar bem claro: quem deixa de ser funcionário para virar patrão acaba trabalhando algumas horas a mais por dia.”

O presidente da fabricante de softwares Totvs, Laércio Cosentino (veja vídeo), diz que muitos se enganam ao pensar que o empresário só faz o que quer porque não tem que obedecer ninguém. “Quando você abre um negócio, seu patrão é o cliente,” diz Cosentino, que chama a atenção para ainda a importância de saber liderar uma equipe e construir um bom relacionamento com o cliente. “Quem abre um negócio tem que saber lidar com gente. Apenas ter um bom produto não é suficiente.”

Para Bruna Dias, gerente de orientação de carreira da Companhia de Talentos, o grau de satisfação com a vida aumenta significativamente quando há coerência entre o perfil da pessoa e a atividade que ela desenvolve profissionalmente. “Para muitos, a felicidade não vem do dinheiro e do poder, que são supervalorizados em nossa sociedade, mas sim da qualidade de vida. São profissionais que querem ter tempo para a família e não gostam de levar trabalho para casa, como fazem as pessoas que têm um negócio próprio,” diz a especialista. “Por isso, é muito importante que a pessoa pese os prós e os contras das duas opções antes de fazer uma escolha que pode afetar significativamente sua vida. É preciso, antes de mais nada refletir sobre os próprios valores.”

Bruna Dias lembra que o emprego com carteira assinada traz ainda a vantagem da previsibilidade da remuneração, com direito a férias, 13º salário e outros benefícios. “Isso conta muito para pessoas que não suportam a idéia de enfrentar a variação dos ganhos de um negócio.”

Acostumada a receber jovens em busca de orientação profissional, Bruna diz que é preciso desmistificar a idéia de que só quem tem um negócio próprio ganha dinheiro. “As empresas hoje precisam remunerar bem seus funcionários para não perdê-los para a concorrência. O bom profissional pode até ganhar mais do que um pequeno empresário por conta das políticas de distribuições de bônus, cada vez mais comuns no mundo corporativo.”

Lucio Tezotto, da Catho, ressalta que algumas pessoas empreendem por necessidade e não por vocação. “Tem gente que perde o emprego (veja vídeo) e tem dificuldade de se recolocar no mercado de trabalho. Aí acaba optando por abrir um negócio próprio. Mas é preciso cuidado. Se isso for feito com pressa, sem um estudo de mercado e sem um plano de negócio, as chances de fracasso aumentam.”   

O criador do programa de empreendedorismo do Sebrae Fernando Dolabela (veja vídeo), acredita que a imensa burocracia na hora de abrir uma empresa e os altos impostos acabam desestimulando quem tem vontade de abrir um negócio no Brasil. Ele aponta também a questão cultural da aversão ao risco como um dos principais fatores que desencorajam iniciativas empreendedoras. “Nossa sociedade não tolera incertezas. Prova disso é que é cada vez maior a procura pelo emprego público no País. O Brasil sai perdendo com isso, muita riqueza deixa de ser gerada.” Para reverter esse comportamento, Dolabela recomenda que os pais estimulem nos filhos a criatividade e a inovação. “É preciso perguntar para a criança qual é o seu sonho e o que ela fará para alcançá-lo,” diz o especialista.

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Fonte: O ESTADÃO – Economia  & Negócios

Site tem 60 opções de currículos em TI

Rogerio Jovaneli, de INFO Online
Quarta-feira, 30 de junho de 2010 – 11h50

Getty Images - Site disponibiliza mais de 60 opções de currículos para diferentes áreas de atuação

SÃO PAULO – Você sabe montar um currículo de acordo com o seu perfil profissional? Pois existe um site que faz isso por você.

Trata-se do Dice.com, endereço eletrônico especializado em carreira em TI, que fornece mais de 60 opções de currículos para diferentes áreas de atuação.

Os textos estão em inglês, mas, com um pouquinho de conhecimento da língua, é perfeitamente possível aproveitar muito bem os diversos modelos disponíveis, para os mais variados níveis de qualificação.

O mais importante é que esses currículos por área de atuação servem como modelo e podem dar dicas muito úteis de como apresentar os seus pontos fortes e, assim, otimizar as chances de contratação.

Por exemplo, o currículo para Help Desk destaca, logo de cara, a experiência e capacidade de atuação do candidato. Na sequência, trata da qualificação do profissional, no que tange a conhecimentos. No caso desse currículo, aborda instalação e reparação de desktops, laptops, impressoras e modems, domínio de aplicativos de hardware e software, além de habilidade para comunicar-se.

No currículo para gerentes de projetos também é dado bom destaque à experiência do candidato: mais de 10 anos em gestão de tecnologia da informação, com foco como gerente de projetos para diversas companhias, diz o texto.

Até por se tratar de um cargo de gerência, experiência é tudo para este posto, por isso esse modelo de currículo reforça sobremaneira esse item, enfatizando, inclusive, as habilidades do profissional em planejamento estratégico, análise e resolução de problemas e acompanhamento de resultados, além de excelente comunicação e apresentação.

 Confira a lista completa com outros modelos currículos no site Dice.com.

Fonte: Info OnLine

As 13 perguntas mais clássicas de entrevista de emprego

Saiba como responder as questões mais cabulosas durante uma entrevista de emprego

Talita Abrantes, de EXAME.com

São Paulo – A entrevista é a etapa mais importante de um processo de seleção. É o momento em que, olhando nos olhos do candidato, o recrutador  consegue comprovar intuições e tirar todas dúvidas possíveis. Só depois disso, ele estará apto para bater o martelo sobre a contratação ou não.

“Essa é a hora da verdade. O candidato tem que fazer de tudo para encantar o recrutador”, diz Irene Azevedo, da consultoria DBM. Vencer a ansiedade e responder as expectativas do recrutador ao mesmo tempo não é tarefa fácil.

Por isso, conversamos com os principais headhunters do país para descobrir as perguntas mais tradicionais durante uma entrevista de emprego e quais as melhores maneiras para respondê-las. Confira.

1.    Por que você está mudando de emprego?
Essa é a primeira pergunta entre as mais perigosas em uma entrevista de emprego. Por isso, é preciso extrema cautela para respondê-la. O candidato que decidir soltar o verbo contra o emprego anterior cai em descrédito logo de início.

 “Isso soa mal. Passa a impressão de um profissional intransigente que, na primeira mudança de rota, prefere uma movimentação”, afirma Eduardo Baccetti, sócio-diretor da consultoria de recrutamento 2GET.

De acordo com Priscila de Azevedo Costa, coordenadora do programa de Carreira do grupo Veris,  o caminho para conversar sobre essa questão de uma maneira convincente é remeter para o atual momento de carreira e para os próprios planos para o futuro.

2.    Por que você foi demitido?
Uma das principais saias justas em uma entrevista de emprego é quando o recrutador, sem nenhum pudor, busca saber o contexto em que o candidato foi desligado da empresa anterior.  O assunto é delicado e exige muito jogo de cintura do candidato. A melhor estratégia, segundo os especialistas, é ser sincero. E, em alguns casos, recorrer a um tom mais eufemista.

Nesse contexto, por exemplo, “o candidato pode dizer que divergia estrategicamente do direcionamento da empresa”, exemplifica Irene. Ou, “admitir que estava em um momento em que não podia contribuir totalmente para as necessidade da empresa”, diz Priscila. O importante, segundo ela, é tomar cuidado para não prejudicar a própria imagem ou falar mal da companhia. 

3.    Por que quer trabalhar aqui?
Não vale responder que esse era o seu sonho de infância. Por isso, é fundamental estudar sobre os valores da empresa antes da entrevista e mostrar para o recrutador que seu plano de carreira está alinhado com essa visão.

“O candidato tem que ter muita consciência das suas próprias realizações e intenções”, diz  Irene. “E, a partir disso, saber contar muito bem sua história”.

4.    Quais suas principais realizações ao longo da carreira?
Para responder a perguntas como essa, é preciso fazer uma avaliação profunda sobre sua evolução na carreira antes da entrevista. Afinal, segundo os especialistas, esse tipo de tópico demanda informações precisas sobre os fatos que tornaram seu passado profissional memorável. “Se eu não tiver resultados que suportem e comprovem meus pontos fortes, não irá adiantar nada”, afirma Irene.

5.    Quais seus principais fracassos?

Aqui a proposta do recrutador é entender como você reage diante de situações difíceis. Por isso, não tenha medo de relatar os problemas que você já enfrentou em outros empregos. Foque, contudo, na maneira como conseguiu driblar as dificuldades e nas lições que tirou de cada situação. A, ideia, segundo os especialistas é tentar mostrar que os fracassos, no fim, contribuíram pra seu amadurecimento na carreira.

6.    Quais seus pontos fortes?

Elencar as próprias qualidades nem sempre é uma tarefa fácil. No entanto, saber falar sobre isso de uma maneira elegante é essencial durante uma entrevista de emprego. Lembre-se que este é o momento para mostrar ao recrutador que você tem as características necessárias para o cargo em questão. Contudo, cuidado para não cair no narcisismo vazio. “Ele precisa mostrar exemplos práticos dessas qualidades”, afirma Priscila.

7.    Que pontos em seu comportamento ainda precisam ser desenvolvidos?

Para responder a tradicional pergunta sobre defeitos, boa parte dos candidatos recorrem ao macete clássico de se definir como um profissional perfeccionista. “Todo mundo quer transformar uma qualidade excessiva num defeito”, afirma Priscila.

Segundo ela, diante desse clichê, os recrutadores logo ficam com um pé atrás. Agora, se você realmente é perfeccionista, a dica é dar um exemplo prático que prove essa característica. E, para mostrar que está sendo sincero, conte sobre outro defeito. Mas, cuidado para não dar um tiro no pé. “Escolha uma questão que não atrapalhe muito sua eficiência no trabalho e contextualize”, diz Priscila.

8.    Quais são suas motivações?
O objetivo do recrutador com esta questão é avaliar se o perfil do profissional é coerente com a estrutura da empresa. “Todo mundo precisa ser motivado para continuar a produzir bem”, diz Priscila. E ninguém quer contratar um profissional que, em poucos meses, perca o contentamento em trabalhar. Por isso, para seu próprio bem, não tente dissimular uma resposta padrão. Seja sincero consigo mesmo e mostre qual a empresa ideal para seu perfil.

9.    Consegue trabalhar sob pressão?
Saber lidar com a pressão no mercado de trabalho é uma postura que exige tempo e aprendizado. Por isso, mostre para o recrutador exemplos práticos que comprovem que você consegue se dar bem em situações como essas. “Não responda apenas sim ou não. Sempre traga uma experiência que esclareça o que você quer contar”, diz Priscila.

10.    Conte sobre sua família? O que faz nas horas vagas?
Os recrutadores hoje já entendem que vida profissional e pessoal estão, sim, ligadas. Por isso, com essa pergunta, a proposta é entender como a rotina pessoal influencia a dinâmica durante o horário do expediente. “Conforme a pessoa fala, queremos identificar quais os valores que ela tem”,  explica Priscila. Segundo ela, o ponto não é tentar ser perfeito, mas mostrar como você administra os principais conflitos da vida.

11.    Qual sua pretensão salarial?

A dica de Irene para esse momento da entrevista é tentar adiar ao máximo sua resposta. “Explique que o valor da sua remuneração só pode ser definido quando você entneder todos os desafios do cargo”, explica. Se a justificativa não pegar e o recrutador insistir em uma resposta, conte qual era seu último salário.

12.    Quais seus planos para o futuro?

Neste ponto, o recrutador quer identificar se sua estratégia de carreira está alinhada ou não com o ritmo da corporação. Nem sempre, contudo, é fácil ter na ponta da língua projetos para um futuro muito longínquo. Se esse for seu caso, não se desespere. Seja sincero e mostre consistência nos planos para médio e curto prazo.

13.    Por que devo contratar você?

Essa pergunta requer extrema coerência do candidato com todas as informações que passou para o recrutador durante o processo de seleção. É, neste ponto, que ganha relevância, o profissional que souber fazer o melhor marketing pessoal. “O perfil pessoal acaba determinando muito, o brilho no olho, a vontade de ainda querer fazer”, diz Baccetti, da 2 GET.

 Fonte: Exame.com

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Allen J. Larson
Diretor Regional de Mídia,
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